O exame vira imagem
Cada marcador acende o sistema correspondente. Em vez de decifrar siglas, o paciente vê onde está o problema.
Índice corporal total e a situação de cada sistema, em um olhar.
Esyra
Entre uma consulta e a próxima existe um intervalo em que ninguém enxerga nada: o exame que não voltou, a orientação que não foi seguida, a evolução que ninguém mediu. A Esyra é a infraestrutura que ocupa esse intervalo.
O plano existe. O que falta é o que acontece entre uma consulta e outra.
O paciente sai do consultório com orientações claras. Duas semanas depois, ninguém sabe o que foi cumprido. Os exames chegam num PDF que ele não consegue ler. Na consulta seguinte, boa parte do tempo vai embora reconstruindo o que aconteceu no meio.
A Esyra transforma esse intervalo em três coisas registradas: o que os exames mostram, o que foi orientado e cumprido e o que mudou desde a última vez.
O que a plataforma faz — mostrado, não prometido
Cada marcador acende o sistema correspondente. Em vez de decifrar siglas, o paciente vê onde está o problema.
Índice corporal total e a situação de cada sistema, em um olhar.
O profissional monta o protocolo uma vez e aplica a quem precisar. O paciente registra o dia.
Quando a orientação pede comprovação, a foto vai junto — e só o profissional a vê.
Duas consultas lado a lado. O esforço do período deixa de ser abstrato.
Ao lado, quanto do que foi orientado no período realmente aconteceu.
Dois lados da mesma tela
Quem grava é você. Sempre.
Vê o próprio caso. Nunca edita.
Limites declarados
Uma ferramenta de saúde vale tanto pelo que se recusa a fazer quanto pelo que entrega.
Não diagnostica. A leitura dos exames é organizada e ilustrada; a interpretação é do profissional.
Não prescreve. Nenhuma conduta é sugerida pela plataforma — os protocolos são escritos por quem atende.
Não substitui a consulta. É o que sustenta o intervalo entre elas, não o lugar delas.
Não prevê o futuro. As projeções são ilustrativas, para conversa clínica — nunca prognóstico.
Não vende medicamento nem intermedeia tratamento.
Não comercializa dados. Informação de saúde não é ativo de negócio aqui.
Dado de saúde é dado sensível
O paciente enxerga apenas o próprio prontuário. Não é trava de tela: uma tentativa de gravação vinda de outra conta é recusada pelo servidor.
As imagens enviadas nas orientações não ficam acessíveis por link direto. São entregues apenas a quem tem direito sobre elas.
O aceite dos termos de uso e de tratamento de dados fica registrado no primeiro acesso, com versionamento.
Dados de saúde recebem o tratamento previsto para categorias sensíveis, com finalidade declarada e acesso restrito.
A plataforma existe e funciona hoje para um profissional e seus pacientes — sem depender de mais ninguém. É essa base que torna possível o que vem depois:
Direção declarada, não serviço em operação. O que está descrito acima desta seção é o que já funciona.
Uma demonstração com um caso real de acompanhamento, do exame importado à comparação entre consultas.